10 maneiras que a Disney usa para corromper os nossos filhos

Olá olá !!

Eu estive sem ideias esses dias, e passei muito tempo pesquisando sobre o que postar, e terminei achando um tema muito importante ! E gostaria de passo-lo para vocês. Eu achei ele em um outro blog, fala sobre a Disney, o seu jeito horrivel de produzir filmes ! Espero que gostem ^o^

1- A extrema magreza

O ideal do tamanho zero é replicado em cada  princesa da Disney, com a exceção da Branca de Neve, unicamente porque na década de 1930 os ideais de beleza eram diferentes dos de agora. Não se trata apenas das mulheres serem magras  para aumentar sua atratividade, é que o nível de exagero cambaleia ao absurdo. Muitos críticos, principalmente feministas, atacam a Disney por esta representação das mulheres, alegando que as imagens tenham inspirado anorexia e distúrbios alimentares em crianças e adolescentes.

2- Importância dos status social

Heróis e vilões da Disney são quase sempre da alta  hierarquia social em relação aos outros. A estrutura do enredo de “Cinderela” gira em torno de uma mulher que consegue escapar de suas terríveis condições de vida simplesmente por se casar com um homem rico. Seu sucesso deve-se à sua atratividade em relação a suas irmãs. Este senso de justiça entre personagens centrais é consistente em quase todos os filmes da Disney. O chamados “Príncipe Encantado” são personagens  tão valorizados pela sua riqueza e poder que eles podem basicamente  fazer qualquer coisa. Imagine uma inversão dos papéis: substituir o príncipe Phillip de “A Bela Adormecida”, por Filoctetes, um personagem menor e  socialmente inferior de “Hércules”. Aposto que a maioria das mulheres que acordassem com um beijo de Filoctetes gritariam  “Socorro” , ao invés de “Vamos nos casar!

3- Imprecisões históricas

Talvez uma das críticas mais óbvias à Disney são  sobre as imprecisões históricas em seus poucos filmes  baseados em eventos reais. “Pocahontas” foi acusado de ser uma paródia sobre a história do genocídio indígena. A personagem-título é retratada como uma mulher nativa, que se apaixona pelo colono John Smith, mas na realidade, Pocahontas era uma menina  de apenas 10 anos. Smith fez amizade com a garota, mas não houve nenhum romance. Uma mascaração ainda pior é o final do filme. Os colonos se tornam amigos dos nativos e todos vivem felizes para sempre. Realmente Disney? Na verdade, 90% dos povos indígenas na América foram aniquilados por uma combinação de doença e de genocídio patrocinado por fanáticos colonos religiosos, acreditando que suas ações eram justificadas pela ideia do “destino manifesto”. Aqueles que sobreviveram foram submetidos a más condições de vida, à grilagem das sua terras  e  a servidão aos europeus, que posteriormente se tornaram os atuais americanos.

4- Assédio sexual é aceitável

Um tema recorrente nos filmes da Disney envolve uma mulher bonita que está sendo despertada por um beijo não aprovado nos lábios. Embora seja discutível que algumas pessoas não se importariam de ser acordadas pelo beijo de um príncipe incrivelmente bonito e rico, a maioria das mulheres rejeita essa ideia. Em  Branca de Neve e Bela Adormecida, no entanto, as princesas tendem a não tomar o assédio muito mal, na verdade, as duas casam-se com eles em potencial após serem despertadas. Lembrem-se que as princesas estão dormindo, muito semelhante a um conto de Graciliano Ramos, onde um ladrão é preso por não resistir a beijar uma jovem que dormia na casa que o sujeito assaltava. Homens que não respeitam mulheres inconscientes devem ser retratados como heróis salvadores?

5- Estereótipos raciais

Globalmente, a mensagem mais flagrante e inequívoca que a Disney transmite às crianças, é como discriminar as pessoas por suas raças. Os corvos em “Dumbo”, lançado em 1941, quando o crime do racismo contra os afro-americanos era tolerado, é provavelmente o exemplo mais flagrante. A linguagem e os trajes dos pássaros tem a clara intenção de zombar dos afro-americanos. Os personagens existem apenas para ajudar o protagonista branco, e serem motivo de piadas entre o público branco, acrescentando  insulto e  injúria sobre o estereótipo já gritante. Outro exemplo é o gato chinês de “Os Aristogatas”, que canta sobre biscoitos da sorte com um sotaque asiático quase ininteligível. Notem também, que nas histórias da Disney, quando os personagens mais famosos viajam para outros países, os nativos são apresentados como indolentes, preguiçosos, incapazes de gerir os próprios assuntos. A mensagem racista e imperialista está escancarada: levem nossas riquezas, porque nós não as merecemos.

6- Beleza é sinônimo de felicidade

O filme “A Bela e a Fera” trabalha com o pretexto de que a “aparência não importa”. No entanto, um olhar mais atento à estrutura do enredo revela isso como falso. No clímax do filme, a besta se transforma de novo em um homem bonito, permitindo-lhe viver feliz para sempre com a Bela, igualmente atraente. Isso contradiz por completo a suposta mensagem do filme de que “aparência não importa”, se isso fosse verdade, por que  a transformação  seria necessária? “O Corcunda de Notre Dame” também traz o personagem principal como sendo fisicamente deformado. No entanto, a mensagem é novamente distorcida quando um novo personagem bonito, na forma do capitão Phoebus, é introduzido para se casar com Esmeralda, em vez de o protagonista, que, claro, não é digno dela por causa de sua feiura.

7- Feiura é sinônimo de maldade

Em quase todos os filmes da Disney o principal antagonista é retratado como fisicamente pouco atraente, incentivando as crianças a associar esse traço com o mal. Personagens femininas são particularmente sujeitas a esse tratamento, todas tem pelo menos uma das três principais características das vilãs da Disney: ser gorda, idade avançada ou horrivelmente feia. A linha de fundo é que a Disney prega abertamente que atratividade é sinônimo de moralidade e felicidade. Vilões da Disney são retratados frequentemente como inseguros sobre sua aparência, capazes de fazer qualquer coisa para se tornarem mais jovens, mais magros, mais bonitos . Por exemplo, o vilã de “Branca de Neve” é obcecada por ser “a mais bela de todas elas”, não medindo esforços para alcançar tal objetivo.

8- Mensagens subliminaresA Disney tem um longo histórico de colocar mensagens subliminares em seus filmes, principalmente sob a forma de imagens escondidas, mas também, por vezes, através do som. Para quem não sabe, mensagens subliminares referem-se à imagens ou sons que passam tão rápidos que só o nosso subconsciente consegue captá-los. O caso mais notável foi reconhecido pela própria Disney. É a mensagem subliminar que foi inserida no filme Bernardo e Bianca. Você pode ver que em uma das janelas, que está ao fundo, foi inserida, em apenas alguns quadros, a foto de uma mulher seminua, não podendo ser percebida na velocidade normal do filme. A Disney foi rápida em colocar a culpa nos editores do filme, atribuindo  o plantio da imagem como uma brincadeira de mau- gosto dos mesmos . Todas as cópias corrompidas do filme foram recolhidas.

disney_subliminar

9- Tudo é fofo, tudo termina bem

Muitos se sentem inclinados a oferecer a Disney alguma indulgência nesse assunto, uma vez que o alvo de seus filmes são crianças. Outros são inclinados a condená-la por revestir de doçura  temas como a morte e  o engano. Em “O Rei Leão”; um filme baseado no clássico de William Shakespeare, a tragédia “Hamlet”, a Disney alterou o final original da peça, em que muitos dos personagens centrais morrem,  substituindo-o com um triunfo perfeito do bem sobre o mal,  tornando a trama sem sentido e assegurando um processo milionário para Shakespeare, caso o bardo estivesse vivo. Contudo, “Hamlet” não é a única obra-prima literária que a Disney  massacrou nas telas. Tome a estrutura do enredo de Hans Christian Anderson, “A Pequena Sereia” e você vai encontrar um outro final drasticamente alterado. No original, Ariel não se casa com o príncipe e é forçado a matá-lo para recuperar sua cauda de sereia, mas ela não consegue assassinar o amado e morre tristemente.


10- Imagens satânicas
Existe evidência visível sugerindo que a Disney usa temas sutis de satanismo em seus filmes. Por exemplo, a besta de “A Bela e a Fera” é retratada como uma criatura com chifres e presas, semelhante à imagem tradicional de Lúcifer. Filoctetes em “Hércules”, também é exibido desta forma, com chifres e cascos fendidos. O mais bizarro e  o caso mais controverso seja, talvez,  a adaptação da Disney de “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”. Tem sido argumentado que o encontro de Lúcia, menina de oito anos, com o Sr. Tumnus, esconde sutilmente um caso de pedofilia: o estranho convence Lúcia a visitar a sua casa antes de colocá-la para dormir, tocando canções de ninar em sua flauta . Na próxima cena, Lúcia acorda e encontra Tumnus chorando e dizendo que ele “fez algo muito ruim”. Apesar das evidências de um tema mais sombrio, muitos críticos da teoria sugerem que a história mostra simplesmente as consequências de se confiar em estranhos.
Bom, passei dias pesquisando coisas importantes que vocês não sabiam, e compartilhei com vocês, então seja bonzinhos hehe!!!Fonte: Kid Bentinho

3 Respostas para “10 maneiras que a Disney usa para corromper os nossos filhos

  1. Nossa, dessa eu não sabia! Tipo, muitas coisas eu achei sem sentido, não concordei muito sabe? Até porque eu adoro os filmes da Disney… rsrs. Mas realmente a gente acha algumas mensagens erradas mesmo ‘-‘
    Eu SEMPRE suspeitei que o Sr. Tumnus tinha abusado sexualmente a Lúcia em “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”. Só digo isso… !

    • Dá pra ver que vocês não leram o livro de CS Lewis… O Sr. Tumnus diz que fez uma coisa ruim por que ele “raptou” Lúcia para entregá-la à Feiticeira Branca, que ordenou quem encontrasse um “filho de Adão” e uma “filha de Eva” a entregar à ela e condenando a virar estátua de pedra aqueles que protegessem esses mesmos filhos.
      E ao contrário do que podem dizer, CS Lwis “voltou à fé cristã — após passar por anos, auto considerando-se um ateu convicto — no início da década de 1930. Dedicou-se a defendê-la e permaneceu na Igreja Anglicana.” (Wikipedia)
      A maioria dos contos que a Disney produz são histórias antigas que eram usadas para educar e assustar as crianças, já que a maioria não tinha um final feliz, porém a Disney adapta para o público a que se propõe.
      Filoctetes de “Hércules” é um sátiro, uma criatura metade homem metade bode que é retratada na mitologia grega. Ora, bodes tem chifres e cascos não é? O que tem de satânico nisso?
      Quanto às mensagens subliminares já foi revelada muita coisa, A Disney se retratou e modificou tudo o que poderia ser visto dessa forma.
      A maldade ser retratada com pessoas feias, talvez pode ser para mostrar que essa prática não é legal, mas tem suas exceções, vide a rainha má da “Branca de Neve” e Gaston de “A Bela e a Fera”.
      Talvez antigamente possa realmente ter uma história com cunho preconceituoso, mas hoje em dia essa prática foi excluída, um exemplo é o filme “A Princesa e o Sapo” que 90% dos personagens é negro, e na história original o casting é branco.
      A Disney distorce a história por que a realidade não é uma coisa atrativa para uma criança. Ou vocês queriam mesmo que o final de “Pocahontas” fosse retratado com a exterminação dos índios? A intenção da Disney não é ensinar história, é entreter.
      Talvez algumas coisas sejam verdade, mas a maioria é coisa de quem não tem mais nada pra fazer da vida e fica procurando chifre na cabeça de cavalo.

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